Relações de gênero e dominação simbólica no ciclismo de mulheres: o caso do Tour de France Femmes

Por André Quintão da Silva*

A presença das mulheres no esporte de alto rendimento tem se ampliado nas últimas décadas, mas as desigualdades de gênero permanecem de maneira estrutural e simbólica, atravessando valores, representações e práticas cotidianas. O ciclismo de estrada, modalidade esportiva associada à masculinidade, resistência física e competitividade, oferece um terreno fértil para a análise dessa problemática. Nesse contexto, o Tour de France Femmes surge como um marco para o ciclismo de mulheres. Retomado em 2022, após mais de três décadas sem ser realizado, a competição tem servido não apenas para representar a conquista de visibilidade do ciclismo de mulheres, como também tem demonstrado as tensões entre a dominação masculina e a luta das ciclistas por maior equidade no esporte.

Neste texto, propomos realizar uma análise teórico-analítica das relações entre gênero, dominação simbólica e o ciclismo de mulheres, tendo o Tour de France Femmes como objeto empírico. Para isso, partimos da análise de 30 entrevistas concedidas por ciclistas participantes das edições de 2022, 2023 e 2024 do Tour de France Femmes ao projeto documental Femmes du Tour. A nossa discussão teórica integra os conceitos de habitus, campo e capital, de Pierre Bourdieu (2010), e sua noção de violência simbólica. Contamos também com as contribuições dos estudos feministas e de gênero de Miriam Adelman (2003), Silvana Goellner (2008) e Leila Salvini (2012). Desse modo, buscamos compreender como as estruturas sociais e culturais moldam as trajetórias das atletas, as dinâmicas de inclusão e as próprias disputas em torno do evento.

Vídeo 1 – Vídeo de divulgação da 3ª temporada do documentário Femmes du Tour (Fonte: Tour de France)

A nossa hipótese é de que, embora o Tour de France Femmes represente um avanço para o ciclismo de mulheres, ele também funciona como palco de disputas simbólicas que reproduzem e desafiam a dominação masculina no ciclismo. Em nossa análise, observamos que as experiências pessoais e profissionais das ciclistas entrevistadas revelam as contradições e possibilidades desse processo.

Gênero, corpo e dominação simbólica no esporte

Pierre Bourdieu (2010) concebe o esporte como um campo social relativamente autônomo, dotado de suas próprias regras, lógicas, hierarquias e formas específicas de capital (simbólico, econômico, social e cultural). No entanto, essa autonomia é sempre relativa, pois o campo esportivo está imerso nas relações de poder, assim como nas relações sociais mais amplas que o circundam e o penetram. Entre os princípios mais estruturantes do campo esportivo está o gênero, que opera como eixo que delimita e hierarquiza os corpos considerados legítimos e aptos para a prática competitiva daqueles marginalizados, estigmatizados ou mesmo excluídos. Desse modo, o corpo atlético, longe de ser uma entidade puramente biológica, é uma construção social marcada pela norma de gênero.

No ciclismo, essa tensão constitutiva entre emancipação potencial e repressão simbólica é evidente. Quando a bicicleta se popularizou nos Estados Unidos e na Europa, no final do século XIX, ela foi imediatamente apropriada pelos movimentos sufragistas e feministas. Figuras como Susan B. Anthony a celebrou como uma “máquina da liberdade” que permitia às mulheres transgredirem os limites do espaço doméstico e circular no espaço público (Beraldo & Bon, 2019). No entanto, essa liberdade foi rapidamente contingenciada com estratégias de controle social e de vigilância moral. As ciclistas que adotavam roupas práticas como os bloomers, por exemplo, eram frequentemente ridicularizadas e acusadas de masculinizar seus corpos e, consequentemente, sua identidade (Melo e Schettino, 2009), o que demonstra como o corpo feminino no esporte é um locus de disputa simbólica pelo controle da feminilidade e pela definição dos espaços sociais legítimos para as mulheres.

Figura 1 – Sufragistas inglesas no início do século XX

Foto: Steal the Look

Essa lógica de dominação simbólica se manifesta na distinção entre os corpos “aptos” – tradicionalmente masculinos, fortes e resistentes – e os corpos “desviantes”, que fogem do padrão normativo, como o corpo feminino atlético. Isso porque, historicamente, o corpo das mulheres foi construído socialmente e culturalmente como frágil, estético e reprodutivo, características vistas como incompatíveis para os esportes de longa duração ou de alta intensidade (Salvini et. al., 2012; Adelman, 2003). Embora registros históricos mostrem mulheres participando de ciclismo, remo e esgrima já no final do século XIX e início do XX, essa construção simbólica da “inadequação” feminina serviu para legitimar a sua exclusão de inúmeras modalidades e limitar a sua participação, a partir de meados do século XX, a espaços esportivos considerados “adequados” à feminilidade tradicional, como a ginástica e outros esportes que enfatizassem a graça, leveza e estética da “feminilidade” (Goellner, 2008).

Tal essa exclusão foi reforçada por discursos biomédicos, educacionais e religiosos que trabalharam para naturalizar a suposta inferioridade física das mulheres, e para prescrever o esporte de mulheres como uma ferramenta de preparação para os papeis sociais de mãe e esposa, e não como expressão de autonomia corporal, competição ou prazer (Adelman, 2003; Goellner, 2008). Dessa forma, o esporte para mulheres era tolerado apenas na medida que não ameaçasse a sua feminilidade e servisse a um propósito socialmente aceito.

Ainda hoje, no século XXI, essa ambivalência estrutural persiste. Narrativas veiculadas em publicidades e coberturas midiáticas sobre mulheres no ciclismo ainda reiteram a ideia de que a sua motivação primária não seria a competição ou adrenalina, mas sim o lazer e a sociabilidade. Assim, recorre-se com frequência ao argumento da diferença natural para justificar, de forma dissimulada, as desigualdades estruturais – como a disparidade salarial e de premiação, menor quilometragem em provas e menor cobertura midiática – e simbólicas – menor valorização das performances. Desse modo, o corpo de mulheres no ciclismo profissional continua sendo um terreno de disputa, onde se travam lutas por reconhecimento, legitimidade e autonomia dentro do campo esportivo.

Trajetórias das ciclistas e o habitus de gênero

A análise das trajetórias das ciclistas participantes do Tour de France Femmes, narradas nas entrevistas ao Femmes du Tour, oferece uma oportunidade para compreender como o gênero atua como uma estrutura simbólica internalizada (habitus) que condiciona o ingresso, a permanência e a possibilidade de sucesso das mulheres no campo competitivo do ciclismo profissional. A partir desse corpus, selecionamos, para esta exposição, dois padrões recorrentes na construção dessas trajetórias, sendo eles: (i) a mediação masculina como via de iniciação; (ii) a migração de esportes tradicionalmente vistos como femininos para o ciclismo. Entendemos que ambos os padrões ilustram a força do habitus de gênero e sua interação com o campo.

O primeiro padrão revela que o contato inicial e significativo com a bicicleta enquanto objeto esportivo – e não apenas utilitário – e a inserção do ciclismo como prática ocorre, em grande medida, por meio de figuras masculinas próximas, como avôs, pais, irmãos ou parceiros. Essas figuras atuam como agentes legitimadores da presença de mulheres nesse espaço. Assim, essa mediação masculina pode ser interpretada à luz do conceito bourdieusiano de habitus de gênero, entendido como um sistema de disposições duradouras, incorporadas através da socialização, que orientam percepções, pensamentos e ações de acordo com as normas de gênero vigentes. Como aponta Salvini et. al. (2012, p.402), “o habitus tende, portanto, a conformar e a orientar a ação, na medida em que ele próprio como produto das relações sociais assegura a reprodução dessas mesmas relações objetivas que o engendra”.

Dessa forma, o ingresso das mulheres no ciclismo, especialmente na sua vertente competitiva, nos parece estar condicionado a uma espécie de “autorização” simbólica masculina, que confere legitimidade e reconhecimento social ao percurso dessas atletas dentro de suas comunidades e no próprio campo. A entrevista da italiana Elisa Longo Borghini apresenta sinais dessa dinâmica ao afirmar:  

Comecei no ciclismo por causa do meu irmão Paolo. Ele é alguns anos mais velho que eu. Eu sempre quis estar perto dele. Para mim, era uma forma de ficar mais próxima do meu irmão. Ele é meu herói. Talvez ele não tenha sido o melhor ciclista do mundo, mas para mim, ele era.

Esse relato sublinha a centralidade dos vínculos afetivos masculinos, neste caso fraterno, na construção inicial da identidade esportiva das mulheres. Aqui o irmão funciona como um modelo (herói) e a proximidade com ele é a motivação inicial, configurando-se como o ponto de partida “legítimo” para a inserção no esporte. De modo semelhante, a francesa Juliette Labous, e a espanhola Mavi García Cañellas, também atribuem a influência de irmãos mais velhos ao seu ingresso no esporte, reforçando o papel da mediação masculina como facilitadora simbólica. Labous observa: “Meu irmão mais velho, Quentin, que é cinco anos mais velho que eu, começou no BMX. E eu quis fazer igual. Foi um caminho bem natural para mim passar para a estrada”, afirmou.

Figura 2 – Juliette Labous e seu irmão Quentin na infância

Fonte: Femmes du Tour

Além dos irmãos, figuras paternas e avôs também aparecem como referências iniciais. A ciclista neerlandesa Riejanne Markus, e a italiana Marta Cavalli, relatam terem crescido em ambientes familiares onde o ciclismo estava presente de forma cotidiana, o que contribuiu para a naturalização do esporte em suas vidas. Neste sentido, Cavalli destaca:

Nasci e cresci rodeada de bicicletas. Meu pai foi ciclista profissional. Meu avô também é apaixonado por ciclismo. Um amigo me deu uma bicicleta pequena, branca e rosa. Era grande, mas perfeita para começar. 

Esse contexto familiar reforça a ideia de que o habitus esportivo das mulheres é, em muitos casos, construído a partir de heranças e repertórios masculinos, evidenciando a persistência da dominação simbólica masculina mesmo nos espaços de incentivo familiar. Contudo, ainda que essas famílias incentivem a prática esportiva, as ciclistas relatam resistências sociais externas, especialmente por parte de meninos e jovens do sexo masculino que se sentem ameaçados pela presença feminina em um ambiente tradicionalmente masculino. A ciclista francesa Evita Muzic comenta com certa ironia: “No início, eu terminava à frente dos meninos. Dava para perceber que alguns ficavam irritados, mas isso basicamente só me fazia rir”. A italiana Elisa Longo Borghini também recorda episódios de hostilidade decorrentes dessa ameaça à hierarquia de gênero esperada: “Um deles, em especial, provavelmente ainda não superou o dia em que eu ganhei dele. Ele nem falou comigo depois da prova e não quis subir ao pódio”.

Figura 3 – Elisa Longo Borghini competindo na infância. Nas competições infantis é comum que a competição seja mista

Fonte: Femmes du Tour

Esses relatos servem como exemplos da disputa simbólica que ocorre no campo esportivo. Eles ilustram como o gênero opera como um marcador estruturante da legitimidade, do pertencimento e do direito ao sucesso. O desempenho superior de uma garota é vivido por alguns garotos como uma afronta à ordem naturalizada da masculinidade esportiva hegemônica, desencadeando reações que buscam restaurar a hierarquia simbólica perturbada (Bourdieu, 2010). Desse modo, a recusa em subir ao pódio pode ser lida como um ato simbólico de negação do resultado e da legitimidade da vencedora.

O segundo padrão identificado nas trajetórias das ciclistas é a migração de esportes tradicionalmente associados à feminilidade – como patinação artística, ginástica e natação – para o ciclismo de estrada. Várias atletas entrevistadas relatam ter iniciado as suas carreiras esportivas nessas modalidades, que enfatizam a estética, a graça e a flexibilidade e são percebidas como de menor impacto físico, migrando posteriormente para o ciclismo, que demanda resistência, explosão, tolerância à dor e estratégia. Essa trajetória pode ser observada como um indício da persistência das normas sociais de gênero que continuam a orientar as meninas, muitas vezes de forma sutil, para práticas esportivas consideradas “adequadas” ou “naturais” para a feminilidade tradicional. O acesso direto a modalidades percebidas como masculinas e de alta exigência física e de risco permanece mais difícil e menos encorajado. [AV1] A espanhola Mavi García Cañellas, por exemplo, relata uma trajetória marcada pela insatisfação dentro de um esporte “feminino”: “Quando era pequena, ia para a escola e depois direto para os treinos [de patinação artística] […] Com o tempo, acabei odiando aquilo – passava tantas horas feliz com o esporte, mas não podia fazer outras coisas”.

Por sua vez, a ciclista neerlandesa Lorena Wiebes descreve uma trajetória de idas e vindas, testando as fronteiras de gênero: “Tentei duas vezes começar no ciclismo. Na primeira, não gostei. Então parei de pedalar por alguns anos – preferia a ginástica acrobática”. Por fim, a inglesa Anna Henderson menciona uma experiência multiesportiva descrita por ela como “comum em seu contexto britânico”, mas que ainda reflete uma certa segmentação: “Eu praticava vários esportes. Sempre fui competitiva. Eram os esportes típicos britânicos: netball, hóquei… Eu até pratiquei patinação artística quando tinha uns três anos. Fiz ginástica, tênis, natação. Enfim, de tudo… e também esqui!”.

Figura 4 – Anna Henderson na infância praticando natação, ginástica, patinação artística e netball

Fonte: Femmes du Tour

Essas trajetórias ilustram como o ingresso e a consolidação no ciclismo de mulheres implica, para muitas atletas, uma negociação constante com os valores dominantes da feminilidade e com as expectativas do campo esportivo. Dessa forma, elas precisam demonstrar de forma permanente e incontestável a sua força, a sua técnica e a sua garra para serem minimamente reconhecidas e legitimadas como atletas sérias e competentes.

Por fim, as trajetórias das ciclistas do Tour de France Femmes nos apresentam indícios de que o habitus de gênero permanece um elemento estruturante na configuração do campo esportivo, condicionando o acesso, as experiências iniciais e a permanência das mulheres no ciclismo. Ao mesmo tempo, as próprias narrativas das atletas revelam estratégias de resistência, ressignificação e afirmação. Ao persistirem, ao competirem e ao contestarem as expectativas limitantes, elas tencionam e desafiam a dominação masculina, abrindo fraturas e criando espaços para a construção e visibilidade de novas performances de gênero dentro do esporte.

Conclusão

A análise neste texto demonstrou que o Tour de France Femmes, articulado ao projeto documental Femmes du Tour, é um espaço privilegiado para examinar as disputas simbólicas em torno da presença das mulheres no ciclismo profissional. Isso porque, embora represente um avanço na conquista de visibilidade e legitimidade institucional para as ciclistas, o evento também revela limites estruturais que persistem no campo esportivo, atravessado pela desigualdade de gênero “naturalizada” pela dominação masculina.

Através da discussão aqui apresentada, compreendemos que as trajetórias das atletas evidenciam como o ingresso e a consolidação no ciclismo de estrada estão condicionadas pelas estruturas de habitus de gênero. Assim, observamos que a mediação masculina como via de entrada indica que, ainda que essas mulheres rompam barreiras, o fazem muitas vezes a partir de rotas socialmente autorizadas e previamente legitimadas. Porém, as próprias narrativas também revelam estratégias de resistência simbólica que tensionam a norma vigente, seja pela reafirmação da competência esportiva, pela ironia diante do preconceito ou pela persistência em contextos adversos.

Desse modo, a nossa hipótese de que o Tour de France Femmes atua como palco onde se reproduzem e se contestam as formas de dominação simbólica masculina encontra respaldo nos dados analisados. Contudo, é necessário avançar na compreensão das interseccionalidades que atravessam essas trajetórias, como raça, classe social, nacionalidade e orientação sexual, de modo a compreender com maior precisão os múltiplos eixos de desigualdade e os diferentes modos de resistência mobilizados.

Além disso, se por um lado a visibilidade conquistada pelas atletas pode inspirar novas gerações e pressionar por mudanças institucionais, por outro, corre-se o risco de que essa representação midiática seja apropriada de forma superficial ou acrítica, sem que ocorram transformações estruturais nas condições da prática e reconhecimento. Por isso, é necessário que os avanços simbólicos sejam acompanhados por políticas de paridade, como de premiações, quilometragens dos percursos, cobertura midiática e acesso a patrocínios.

Por fim, propomos que os próximos estudos aprofundem o papel do ciclismo de mulheres como arena política, e que investiguem não apenas as formas de dominação e resistência no interior do campo esportivo, como também os efeitos sociais e culturais que essas performances podem gerar para além das competições. Desse modo, defendemos que o Tour de France Femmes não seja visto apenas como um retorno de uma prova histórica, mas que seja interpretado como uma oportunidade de reconfiguração simbólica do esporte e de seus sentidos, abrindo fraturas para que outras formas de ser, pedalar e competir se tornem legítimas e desejáveis.

REFERÊNCIAS

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GOELLNER, Silvana Vilodre. “As mulheres fortes são aquelas que fazem uma raça forte”: esporte, eugenia e nacionalismo no Brasil no início do século XX. Recorde: revista de história do esporte. Rio de Janeiro. Vol. 1, n. 1 (jun. 2008), p. 1-28, 2008.

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SALVINI, Leila; SOUZA, Juliano de; MARCHI JUNIOR, Wanderley. A violência simbólica e a dominação masculina no campo esportivo: algumas notas e digressões teóricas. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, v. 26, p. 401-410, 2012.

* André é doutorando em Comunicação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Contato: andreqwntao@gmail.com

**Esta resenha foi produzida como atividade da disciplina COM864 Comunicação, Esporte e Gênero ofertada no PPGCOM da UFMG no semestre 1 de 2025 pela professora Ana Carolina Vimieiro.

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